Fiscalização da Prefeitura fecha bares e casa de jogos clandestina em Vila Velha

De: Secretaria de Prevenção, Combate à Violência e Trânsito
Texto: Vandique Magalhães| Foto: Felix Falcão
Criado: 08 de outubro de 2017

Três bares e uma casa de jogos clandestina foram fechados durante a operação de fiscalização integrada realizada na noite desta sexta-feira (6) na Região da Grande Terra Vermelha. Equipes da 13ª Companhia Independente da Polícia Militar em conjunto com a Guarda municipal surpreenderam um bingo clandestino, na Rua Califórnia, em Barramares, no mesmo momento em que fiscais da Prefeitura interditavam o “Bar da Dita”, no outro lado da rua, por condições sanitárias inadequadas e sem autorização para realização de música ao vivo na área externa do comércio.

Trinta e duas máquinas foram apreendidas e a proprietária do bingo clandestino Maiara da Luz Rosário, 25 anos, foi conduzida ao DPJ de Cobilândia por contravenção penal por jogos de azar. “Pode até ser ilegal, mas a gente não obriga os clientes a virem aqui. Eles vêm porque querem”, reagiu a proprietária. A casa de jogos havia sido inaugurada momentos antes da fiscalização.

Os fiscais da PMVV também interditaram o “Bar do Loi”, na Avenida Brasil, em João Goulard, além de lavrar quatro autos de infração por falta de alvará de funcionamento, habite-se e licença ambiental. O estabelecimento é conhecido por realizar festas funk nos finais de semana. Toda a aparelhagem de som, com 4 caixas com alto-falantes de 20 polegadas, mesa e amplificador foram interditados, além notificação por manter produtos de origem desconhecida.

“Eles (fiscais) estão certos”, disse o proprietário do estabelecimento Aloino Pereira dos Santos, 47 anos. E acrescentou: “É bom porque eu quero legalizar e deixar tudo certinho para trabalhar despreocupado”, avaliou. Ele também é dono de uma mercearia ao lado do bar, que também foi notificada pelos fiscais da Prefeitura.

O “Bar Madrugadão”, também em Barramares, famoso por realizar festas do tipo “mandela” e forró também foi interditado pela equipe de fiscalização. Lá, os fiscais lavraram um termo de interdição, 1 auto de apreensão de produtos sem rótulo, duas notificações e 5 autos de infração por ausência de licença ambiental, alvará sanitário e de funcionamento.

“A gente deveria ser orientado antes de começar a trabalhar”, reclamou o dono do estabelecimento Helbert Sardinha, 30 anos. A fiscalização ainda visitou o “Bar Point do Carioca”, em Jabaeté. No local, foi lavrado três autos de infração por falta de alvará de funcionamento, alvará e condições sanitárias, além notificações por colocar cadeiras e mesas na calçada e também para manter os níveis do som em 50 decibéis, conforme a NBR 251/2000 e providenciar adequações físicas sanitárias no estabelecimento.

Para o comandante da 13ª Companhia Independente da Polícia Militar, major Hollanda, que acompanhou as operações, a fiscalização marcou o início da fiscalização na Região 5. “Nós vamos intensificar as operações”, disse. E finalizou: o saldo foi positivo. Já o secretário de Prevenção, Combate à Violência e Trânsito, Oberacy Emmerich Júnior, disse o trabalho foi produtivo. “Com novas operações, vamos baixar ainda mais os níveis de reclamações e de ocorrências de festas clandestinas e facilitadoras do crime”, avaliou.

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